a cada cinco anos, a documenta em kassel reúne artistas de todo o mundo com objetos, instalações, ações especiais e, principalmente, ideias na sua 13ª edição
Na coletiva de abertura da Documenta de Kassel, Alemanha, no início de junho, a artista paquistanesa Ceal Floyer roeu suas unhas por 5 minutos diante de 500 jornalistas, numa performance sobre ansiedade – ansiedade das mulheres, da mídia, do mercado, da contemporaneidade. Mostra que acontece apenas a cada cinco anos, a Documenta parece querer lembrar como, em tempos cada vez mais velozes, é difícil ter de esperar.
Até o dia 16 de setembro, a diminuta cidade alemã abriga aquela que é tida como a maior e mais significativa exposição de arte contemporânea do mundo. Sob o tema “Colapso e Reconstrução” escolhido para esta 13ª edição, foram reunidos objetos, instalações e ações especiais de artistas vindos de toda parte e exibidos ao longo de 100 dias em oito instituições e em espaços abertos pela cidade.
Leia o restante da matéria na bamboo de julho, nas bancas.
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tacita dean, fatigues, 2012 | foto: nils klinger
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instalação de lei yan | foto: anders sune berg
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etel adnan | foto: anders sune berg
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renata lucas, ontem, areia movediça | a artista é representada pela luisa strina | foto: roman maerz
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huegue yang, window shade | foto: nils klinger
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instalação de rossella biscotti | foto: anders sune berg
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nalani malani | foto: anders sune berg
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thomas bayrle | foto: anders sune berg
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rosmarie trockel | foto: nils klinger