a cada cinco anos, a documenta em kassel reúne artistas de todo o mundo com objetos, instalações, ações especiais e, principalmente, ideias na sua 13ª edição

Na coletiva de abertura da Documenta de Kassel, Alemanha, no início de junho, a artista paquistanesa Ceal Floyer roeu suas unhas por 5 minutos diante de 500 jornalistas, numa performance sobre ansiedade – ansiedade das mulheres, da mídia, do mercado, da contemporaneidade. Mostra que acontece apenas a cada cinco anos, a Documenta parece querer lembrar como, em tempos cada vez mais velozes, é difícil ter de esperar.
 
Até o dia 16 de setembro, a diminuta cidade alemã abriga aquela que é tida como a maior e mais significativa exposição de arte contemporânea do mundo. Sob o tema “Colapso e Reconstrução” escolhido para esta 13ª edição, foram reunidos objetos, instalações e ações especiais de artistas vindos de toda parte e exibidos ao longo de 100 dias em oito instituições e em espaços abertos pela cidade.
 
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